exercício do Olhar – PIso do Museu

Iluminação Natural

Exercício do Olhar – Observação da Luz Natural no ambiente

 

O exercício do olhar desenvolveu-se no Piso do Museu durante uma manhã ensolarada em que o Sol projetava-se na empena posterior do prédio.

O recorte escolhido para o estudo permite observar o  comportamento da luz que penetra pelas aberturas ao longo de todas as janelas dispostas sequencialmente no local.

Os elementos marcantes do excerto de paisagem compreendem, principalmente, dois pilares do Piso do museu e uma coluna na parte exterior do edifício. Por terem grandes áreas, esses comportavam-se como “obstruções” à entrada de luz, formando um região de grande sombra projetada no piso. Além disso também era significativa a sombra própria que caracterizava cada um desses elementos.

            A massiva entrada de luz pela grande abertura das janelas provoca um certo ofuscamento, que, embora não desabilitador, é significativo: a luz faz evidenciar o material de aspecto polido ( suponho que seja vinílico) do piso. A região próxima às janelas, no entanto, é agradável, bem mais iluminada que o resto do ambiente. Além disso, a paisagem do ambiente exterior ao prédio é o complementa essa sensação prazerosa.

As sombras projetadas no piso são do tipo “marcadas” nas regiões amplamente iluminadas, onde o claro e o escuro contrastam nitidamente. Mais a diante, já na parte menos iluminada, as sombras são do tipo” difusas” e se misturam , provocando um “negro uniforme”

Durante a execução do desenho, às sombras captadas pelo olho são as mais intensas e são o que norteiam  o pensamento no momento da representação. Dessa forma, é complexa a representação dessa cena utilizando o grafite, já que se exige um desejo muito apurado e com a dose certa de tons de cinza.       

 A captação e o entendimento da luz pelo olhar é muito mais nítido do que numa fotografia. A riqueza de informações de regiões de claro, sombreados intermediários e a legítima sombra são precisamente observadas com o olho humano, enquanto a câmera fotográfica deixa ainda a desejar, pois tem tempo e abertura de diafragmas limitados, enquanto o olho tem esse mecanismo de regulação naturalmente, como um eficiente instrumento óptico. A câmera revela com mais nitidez a questão do contraste, já que na foto, a imagem aparece com muito mais contraste do que no desejo, pois pode-se exergar o limite entre o que é claro e o que é escuro.

Comparativamente, portanto, pôde-se observar, numa comparação descrescente de eficiência que o olho humano é a “máquina” com melhor desempenho na captação da luz e , sequencialmente está a fotografia.Imagen

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