Rapidão Intermunicipal OSASCO/ TABOÂO DA SERRA

Projeto: Rapidão Intermunicipal
Uma artéria Osasco- Taboão da Serra

AUP 0266 – Planejamento de Estruturas Urbanas

Objetivo:

O estudo desenvolvido tem por objetivo replanejar uma área onde hoje está instalada a Linha de Transmissão de Energia Elétrica Aérea “Pirituba-Bandeirantes 3-4”. Trata-se de uma intervenção que corta longitudinalmente a subprefeitura do Butantã de São Paulo, de norte a sul.
A proposição aqui apresentada analisa a viabilidade de implantação de um novo modal de transporte na região, o Veículo Leve Sobre Pneus ( VLP), e as relação dessa operação com as vias adjacentes, a população que lá habita e os possíveis usuários desse novo sistema.
Todo o estudo está fundamentado em estratégias de planejamento urbano e viário a fim de intervir para a melhoria da grande deficiência da região, que é o transporte coletivo. Além disso, as decisões projetuais aqui aplicadas priorizam o deslocamento não-motorizado e o coletivo em detrimento de outros deslocamentos, sendo esse o partido da proposta.

Introdução:
A partir das constatações obtidas na disciplina AUP 026*, o tema transportes tornou-se objeto de interesse do grupo . Observou-se que a região da Subprefeitura do Butantã carece de ligações com os municípios vizinhos como Osasco e Taboão da Serra, que limitam-se, respectivamente, a Norte e a sul com São Paulo.
Essa conexão intermunicipal ,vital para a região, foi proposta para melhorar a mobilidade através de um sistema de VLP , criando uma alternativa ao transporte coletivo já existente. Para tanto, o projeto prevê o enterramento da rede de alta tensão da Linha de Transmissão de Energia Elétrica Aérea Pirituba-Bandeirantes 3-4, totalizando cerca de 0,3 km² de área para o replanejamento urbano.

Figura 1 – relação entre o Rapidão Intermunicipal e a Subprefeitura do Butantã

Nos dias atuais, as linhas subterrâneas representam a solução mais adequada para a transmissão de energia elétrica em alta tensão. Elas contribuem para a preservação do meio ambiente, geram campos eletromagnéticos reduzidos respeitando as normas ambientais e diminuem a poluição visual nas áreas urbanas.
Largamente empregadas na Europa e nos Estados Unidos, esta é também a tendência nos modernos projetos brasileiros. Importantes obras atualmente em construção contemplam a transmissão subterrânea de energia. No Brasil 21% das linhas de transmissão já são feitas por esse meio. Cidades como São Paulo já possuem regulamentação específica prevendo a substituição das redes aéreas pelas subterrâneas e não permitem a construção de novas linhas de transmissão que não sejam subterrâneas.
Metodologia:
Para o desenvolvimento da proposta foram feitos levantamentos de dados e de campo.
Foram recolhidas informações para o início do processo projetual como: mapas com o levantamento topográfico da região, retirados da Seção de Produção de Bases Digitais para Arquitetura e Urbanismo – CESAD – ; Pesquisa origem e Destino realizada pelo Metrô em 2007; dados de fluxo viário e imagens de satélite através da ferramenta Digital Google Earth.
Os levantamentos de campo foram realizados em setembro de 2012 com a finalidade de observar se as informações obtidas no levantamento de dados correspondiam a realidade do lugar.
Discussão:

A área de intervenção compõe-se de uma região contínua de parte da intersecção da Linha de Transmissão de Energia Elétrica Aérea Pirituba-Bandeirantes 3-4 com a rodovia Presidente Castelo Branco até a intersecção da mesma com a rodovia Régis Bittercourt, totalizando uma área de aproximadamente 0,3 km² que não apresenta unidade, pois tanto o meio físico como a morfologia das construções adjacentes é bem heterogênea.
O meio físico, expresso pela topografia, é complexo e apresenta cumes e vales.

Figura 1 – Topografia da Área de intervenção
Os critérios adotados para a ponderação sobre o tipo de transporte foram principalmente a topografia e capacidade de carregamento, pois essas informações são relevantes para decisões do partido arquitetônico a ser implantado. Além disso, foram consideradas as decisões do grupo de reduzir o impacto paisagístico , os contrastes e incompatibilidades que o novo projeto pudesse provocar. Aspectos como adensamento da circulação de pessoas e novos usos para este espaço público foram considerados.
O corte esquemático elaborado – Figura 1- mostra que a inclinação da via oscila desde 0,7% até 7,4%. Essa informação é decisiva para descartar outros modais de transporte como o Veículo Leve sobre trilhos ( VLT) , por exemplo.
A morfologia da região adjacente foi outro tópico considerado: trata-se de uma área predominantemente residencial, com “manchas esparsas” de lotes comerciais.

Figura 2 – Morfologia dos lotes adjacentes
Legenda: * Azul: comercial – Verde: áreas livres e/ou municipais – Cinza: industriais – Roxo: áreas de favelas ; Vermelho: residencial baixa renda
Através do mapa de morfologia dos lotes pode-se observar a carência de área verdes e espaços verdes públicos no local. Constatada essa situação, entendeu-se que o projeto deveria prezar pelo espaço público para usufruto dos transeuntes e dos próprios moradores.
Para assegurar a eficiência desse corredor de transporte rápido, foi sugerida a integração desse modal com a infraestrutura de transporte de alta capacidade já existente ou prevista para os próximos anos, são elas: a linha 9 de trem da CPTM – Esmeralda, em operação e a linha 4 -amarela do Metrô, cuja expansão está prevista para 2020. Foram previstas duas conexões: uma a norte , conectando com a linha de trem, através da criação de uma nova estação – denominada Terminal Norte; a outra conexão está junto ao traçado da linha amarela, na estação Taboão da serra – na figura 2 assinalada como Terminal Sul.
Para determinar a capacidade de carregamento foram produzidos gráficos a partir da Pesquisa Origem e Destino .
Foi analisado, primeiramente, o número de deslocamentos totais realizados pelas zonas OD cortadas pela Linha de Alta tensão e adjacentes até 1,5 km. Conclui-se que um número significativo de pessoas desloca-se para Osasco ou para Taboão da Serra, o que justifica a necessidade desse transporte rápido intermunicipal. Dos 250 mil deslocamentos diários analisados, 11.487 são destinados ao município de Osasco, 17.796 a região de Presidente Altino e 4.016 a cidade de Taboão da Serra. Essa conta refere-se à população que , certamente, utilizaria esse meio de transporte pela facilidade de estar a poucos quilômetros de suas casas;
Exceto essa quantidade, pode haver um carregamento maior por se tratar de um modal interligado. Conexões importantes como a que liga ao corredor de ônibus Francisco Morato – Centro , ao trem da CPTM e a metrô da linha Amarela, provavelmente, aumentarão o número de passageiros do Rapidão Intermunicipal. Portanto , os números aqui apresentados são os que se referem aos passageiros que muito provavelmente optariam pelo Rapidão, totalizando cerca de 636.096 pessoas.
O Rapidão foi previsto para percorrer cerca de 10 km de extensão , com velocidade média de aproximadamente 30 km/h. São previstas paradas para coletar passageiros, cuja periodicidade ainda não foi definida. Estima-se que o Rapidão faça o trajeto em 26 minutos, contando o tempo de parada para coletar passageiros.

De acordo com a pesquisa OD, os usuários que se deslocam com transporte público são os que mais demorar para chegar ao seus destinos.

Figura 3 – Tabela com o Tempo médio das viagens produzidas por modo e por Zona de Origem

Figura 4 – Viagens prodizidas por Modo Principal

A tabela acima foi mais uma das ferramentas de constatação do grupo da carência de transporte rápido na região. A maioria dos deslocamentos é feita por ônibus e é o modo de deslocamento que mais consome tempo do passageiro. Disso, podemos inferir que o Rapidão faria seria uma importante via de conexão , reduzindo o tempo de deslocamento e aumentando a oferta de viagens, por se tratar de uma transporte com maior capacidade que o ônibus.
O veiculo, AutoTram, pode se movimentar para frente ou para trás – assim como os metrôs – com a mesma eficiência. Ele utiliza rodas e pneus semelhantes à de carros comuns, não requer trilhos ou ligação com fios elétricos como os ônibus que existem na cidade de São Paulo, pois é alimentado através de um completo sistema de baterias de lithium-ion de alta performance e super capacitores. Para um consumo mais eficiente de suas baterias ele é equipado com motores elétricos de tecnologia avançada que oferecem alta potência por um baixo consumo de energia. O ônibus possui sensores e um sistema inteligente capaz de se movimentar sozinho se guiando por duas linhas guias pintadas à frente, algo que torna sua aplicação simples e incrivelmente viável para os grandes centros urbanos de qualquer país. Trata-se de uma tecnologia desenvolvida na Alemanha que pode ser implantada no local.

Figura 5 – veículo articulado Autotram

As áreas escolhidas como terminais do Rapidão são regiões de vazios ou passíveis de desocupação. Ao sul foi escolhida uma área na qual está um hipermercado, de aproximadamente 2.500 m²

Figura 6 – Terminal Sul
O terminal sul está a 300m da futura estação Taboão da Serra do metro da Linha Amarela e será integrado ao sistema.
O terminal Norte está localizado numa grande área próxima da Rodovia Castelo Branco e será interligado aos trens da CPTM , na linha Esmeraldo.

Figura 7- Terminal Sul
Identificou-se durante o planejamento da intervenção a existência de área favelizadas, passíveis de intervenção. São elas: Favela Intercontinental, Favela Jardim Jaqueline, Favela Nella Murari Rosa, Favela Vale da Esperança, Favela Esmeralda II, Favela Abílio Pereira,; Serão avaliados caso a caso para a tomada de decisão de desocupação da área ou reurbanização do local. O anexo III conta com imagens de satélite, informações técnicas e as manchas urbanas que essas favelas ocupam.
Anexo I

No Brasil mais da metade das linhas de transmissão operam com 138kv , representando 72% das linhas subterrâneas . Pode-se fazer um comparativo de custos para esse tipo de rede: para uma faixa de tensão entre 110kV e 219kV a construção de uma linha subterrânea custa entre 3,6 e 16 vezes mais cara que uma linha aérea segundo um estudo realizado pelo CIGRÉ ,em 1995, desde de então fabricantes, projetistas e instaladores buscam meios de reduzir essa relação. Os custos podem chegar a até 5 milhões de euros por quilômetro quadrado, conforme os padrões europeus.

Anexo II
Viagens Atraídas por Motivo

Anexo III
Nº de viagens por origem e destino.

Anexo IV – Áreas de Favelas
A Favela Intercontinental, situada na Avenida Doutor Ezequiel Campos Dias, Subprefeitura Butantã na Regional Sul ocupa um terreno de propriedade pública com uma área total de 4.624,37 m² . Estima-se que existam aproximadamente 50 imóveis nesta favela.

Endereço: Avenida Doutor Ezequiel Campos Dias
Início da ocupação: 1996
Estimativa de imóveis: 50
Propriedade: Pública
Região: Sul
Subprefeitura: Butantã Distrito: Vila Sonia

Características Físicas e Sociais

– Dados Básicos
Nome Principal: Intercontinental
Nome Secundário:
Endereço: Avenida Doutor Ezequiel Campos Dias
Ano do Início da Ocupação: 01/01/1996
Total de Domicílios: 50,00
Propriedade do Terreno:Municipal

– Condições de Ocupação
Alça de acesso: Nenhum
Embaixo de ponte ou viaduto: Nenhum
Rotatória ou ilha de trânsito: Nenhum
Aterro sanitário ou lixão: Nenhum
Embaixo de rede de alta tensão:Nenhum
Sobre oleoduto ou gasoduto: Nenhum
Sobre área não edificante ou leito de curso de água: Parcial
Áreas contaminadas: Nenhum
Área de sistema viário ativo: Parcial
Área de sistema ferroviário ativo:Nenhum

– Infra-estrutura urbana

Abastecimento de água: 0,00
Esgotamento Sanitario: 0,00
Rede Elétrica domiciliar: 0,00
Iluminação pública: 40,00
Drenagem Pluvial: Parcial
Vias Pavimentadas: 60,00
Coleta de lixo: Total
Índice de Infra-Estrutura Urbana: 0,27

Área: 15km²

A Favela Abílio Pereira, situada na Avenida Abílio Pereira de Almeida, Subprefeitura Butantã na Regional Sul ocupa um terreno de propriedade pública com uma área total de 765,65 m² . Estima-se que existam aproximadamente 25 imóveis nesta favela.

Endereço: Avenida Abílio P de Aida
Início da ocupação: 1954
Estimativa de imóveis: 25
Propriedade: Pública
Região: Sul
Subprefeitura: Butantã
Distrito: Rio Pequeno
ZEIS 1: 15 %

Características Físicas e Sociais
– Dados Básicos
Nome Principal: Abílio Pereira
Nome Secundário:
Endereço: Avenida Abílio Pereira de Almeida
Ano do Início da Ocupação: 01/01/1954
Total de Domicílios: 25,00
Propriedade do Terreno: Municipal

– Condições de Ocupação
Alça de acesso: Nenhum
Embaixo de ponte ou viaduto: Nenhum
Rotatória ou ilha de trânsito: Nenhum
Aterro sanitário ou lixão: Nenhum
Embaixo de rede de alta tensão: Nenhum
Sobre oleoduto ou gasoduto: Nenhum
Sobre área não edificante ou leito de curso de água: Nenhum
Áreas contaminadas: Nenhum
Área de sistema viário ativo: Nenhum
Área de sistema ferroviário ativo: Nenhum

– Infra-estrutura urbana
Abastecimento de água: 100,00
Esgotamento Sanitario: 95,00
Rede Elétrica domiciliar: 100,00
Iluminação pública: 100,00
Drenagem Pluvial: Total
Vias Pavimentadas: 100,00
Coleta de lixo: Total
Índice de Infra-Estrutura Urbana:0,99

Área: 9 km²

A Favela Vale da Esperança, também conhecida como Favela Morro da Fumaça, situada na Rua Denis Chaudet, Subprefeitura Butantã na Regional Sul ocupa um terreno de propriedade pública com uma área total de 48.172,46 m² . Estima-se que existam aproximadamente 807 imóveis nesta favela.

Favela Vale da Esperança
Conhecida também como Morro da Fumaça
Endereço: Rua Denis Chaudet
Início da ocupação: 1952
Estimativa de imóveis: 807
Propriedade: Pública
Região: Sul
Subprefeitura: Butantã
Distrito: Vila Sonia
ZEIS 1: 76 %

Características Físicas e Sociais
– Dados Básicos
Nome Principal: Vale da Esperança
Nome Secundário: Morro da Fumaça
Endereço: Rua Denis Chaudet
Ano do Início da Ocupação: 01/01/1952
Total de Domicílios: 807,00
Propriedade do Terreno: Municipal

– Condições de Ocupação
Alça de acesso: Nenhum
Embaixo de ponte ou viaduto: Nenhum
Rotatória ou ilha de trânsito: Nenhum
Aterro sanitário ou lixão: Nenhum
Embaixo de rede de alta tensão: Nenhum
Sobre oleoduto ou gasoduto: Nenhum
Sobre área não edificante ou leito de curso de água: Parcial
Áreas contaminadas: Nenhum
Área de sistema viário ativo: Nenhum

Área de sistema ferroviário ativo: Nenhum

– Infra-estrutura urbana
Abastecimento de água: 80,00
Esgotamento Sanitario: 0,00
Rede Elétrica domiciliar: 0,00
Iluminação pública: 20,00
Drenagem Pluvial: Parcial
Vias Pavimentadas: 20,00
Coleta de lixo: Total
Índice de Infra-Estrutura Urbana: 0,35

Área : 80 km²

A Favela Nella Murari Rosa, situada na Rua Denis Chaudet, Subprefeitura Butantã na Regional Sul ocupa um terreno de propriedade pública com uma área total de 1.732,13 m² . Estima-se que existam aproximadamente 20 imóveis nesta favela.

Favela Nella Murari Rosa
Endereço: Rua Denis Chaudet
Início da ocupação: 1977
Estimativa de imóveis: 20
Propriedade: Pública
Região: Sul
Subprefeitura: Butantã
Distrito: Raposo Tavares
PROJETOS DE URBANIZAÇÃO
Número de projetos: 0

Características Físicas e Sociais
– Dados Básicos
Nome Principal: Nella Murari Rosa
Nome Secundário:
Endereço: Rua Denis Chaudet
Ano do Início da Ocupação: 01/01/1977
Total de Domicílios: 20,00
Propriedade do Terreno: Municipal
Conselho Gestor:

– Condições de Ocupação
Alça de acesso: Nenhum
Embaixo de ponte ou viaduto: Nenhum
Rotatória ou ilha de trânsito: Nenhum
Aterro sanitário ou lixão: Parcial
Embaixo de rede de alta tensão: Nenhum
Sobre oleoduto ou gasoduto: Nenhum
Sobre área não edificante ou leito de curso de água: Parcial
Áreas contaminadas: Nenhum
Área de sistema viário ativo: Nenhum

Área de sistema ferroviário ativo: Nenhum

– Infra-estrutura urbana
Abastecimento de água: 100,00
Esgotamento Sanitario: 0,00
Rede Elétrica domiciliar: 100,00
Iluminação pública: 10,00
Drenagem Pluvial: Parcial
Vias Pavimentadas: 35,00
Coleta de lixo: Total
Índice de Infra-Estrutura Urbana: 0,53

Área: 2,1 km²

A Favela Jardim Jaqueline, situada na Rua Valentin Seitz, Subprefeitura Butantã na Regional Sul ocupa um terreno de propriedade mista com uma área total de 134.442,89 m² . Estima-se que existam aproximadamente 3.392 imóveis nesta favela.

Favela Jardim Jaqueline
Endereço: Rua Valentin Seitz
Início da ocupação: 1962
Estimativa de imóveis: 3.392
Propriedade: Mista
Região: Sul
Subprefeitura: Butantã
Distrito: Vila Sonia
ZEIS 1: 94 %

Características Físicas e Sociais
– Dados Básicos
Nome Principal: Jardim Jaqueline
Nome Secundário:
Endereço: Rua Valentin Seitz
Ano do Início da Ocupação: 01/01/1962
Total de Domicílios: 3.392,00
Propriedade do Terreno: Municipal
Conselho Gestor:

– Condições de Ocupação
Alça de acesso: Nenhum
Embaixo de ponte ou viaduto: Nenhum
Rotatória ou ilha de trânsito: Nenhum
Aterro sanitário ou lixão: Nenhum
Embaixo de rede de alta tensão: Nenhum
Sobre oleoduto ou gasoduto: Nenhum
Sobre área não edificante ou leito de curso de água: Parcial
Áreas contaminadas: Nenhum
Área de sistema viário ativo: Parcial
Área de sistema ferroviário ativo: Nenhum

– Infra-estrutura urbana
Abastecimento de água: 68,00
Esgotamento Sanitario: 5,00
Rede Elétrica domiciliar: 30,00
Iluminação pública: 20,00
Drenagem Pluvial: Parcial
Vias Pavimentadas: 70,00
Coleta de lixo: Total
Índice de Infra-Estrutura Urbana: 0,44

Área: 140 km²

A Favela Esmeralda II, situada na Avenida Professor José Maria Alkimin, Subprefeitura Butantã na Regional Sul ocupa um terreno de propriedade pública com uma área total de 1.454,79 m² . Estima-se que existam aproximadamente 4 imóveis nesta favela.

Favela Esmeralda II
Endereço: Avenida Professor José Maria Alkimin
Início da ocupação: 1992
Estimativa de imóveis: 4
Propriedade: Pública
Região: Sul
Subprefeitura: Butantã
Distrito: Rio Pequeno

Características Físicas e Sociais
– Dados Básicos
Nome Principal: Esmeralda II
Nome Secundário:
Endereço: Avenida Professor José Maria Alkimin
Ano do Início da Ocupação: 01/01/1992
Total de Domicílios: 4,00
Propriedade do Terreno: Municipal
Conselho Gestor:

– Condições de Ocupação
Alça de acesso: Nenhum
Embaixo de ponte ou viaduto: Nenhum
Rotatória ou ilha de trânsito: Nenhum
Aterro sanitário ou lixão: Nenhum
Embaixo de rede de alta tensão: Nenhum
Sobre oleoduto ou gasoduto: Nenhum
Sobre área não edificante ou leito de curso de água: Nenhum
Áreas contaminadas: Nenhum
Área de sistema viário ativo: Nenhum
Área de sistema ferroviário ativo: Nenhum

– Infra-estrutura urbana
Abastecimento de água: 100,00
Esgotamento Sanitario: 0,00
Rede Elétrica domiciliar: 100,00
Iluminação pública: 100,00
Drenagem Pluvial: Total
Vias Pavimentadas: 100,00
Coleta de lixo: Total
Índice de Infra-Estrutura Urbana: 0,80

Área: 1km²

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